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PROJETO DE INTERVENÇÃO: PASSO A PASSO1. Retire o material de estágio. No semestre passado, você deve ter feito sua inscrição em estágio supervisionado no Núcleo de Estágios Educacionais do Centro de Ciências e Humanidades, localizado no prédio 12. Agora é hora de voltar ao Núcleo e retirar o material de estágio, que estará disponível no prazos definidos no cronograma de estágio. O material é composto de dois documentos:
2. Apresente-se à escola e ao professor-orientador. Apresente-se à escola que lhe foi atribuída e encontre, na escola, um professor de sua área específica de formação. O professor-orientador deve possuir licenciatura plena em sua área de formação; não pode ser seu parente direto; e será responsável por 1/3 de seu processo de avaliação. Adicionalmente, este professor deve: 1) permitir que você assista às suas aulas; 2) permitir que você tenha acesso ao material didático utilizado; 3) permitir que você aplique, junto à sala, uma atividade de intervenção de pelo menos 1 (uma) hora-aula; e 4) concordar em participar de seu processo de avaliação. 3. Escolha uma turma a ser observada. Para cumprir a carga horária de estágio, você pode observar muitas turmas diferentes, em várias séries. No entanto, uma única turma deve ser, por fim, selecionada. Escolha a turma que lhe parecer mais interessante. Converse também com o professor-orientador a esse respeito. Peça sugestões.
4.
Conheça a turma escolhida. Assista ao maior número possível de aulas (da
sua disciplina) na turma escolhida. Procure conhecer os alunos, saber quem são,
do que gostam e do que detestam. Converse com eles. Converse com os outros
professores (de outras disciplinas) sobre esses alunos. Compare as várias
versões disponíveis sobre o desempenho dessa sala. E observe, principalmente, o desempenho dessa
sala na disciplina de sua área de formação. Veja como os alunos se saíram na última
avaliação. Verifique quais são suas dificuldades e quais são suas facilidades.
Verifique também quais são as expectativas deles em relação à disciplina e ao
futuro.
5.
Identifique um problema na turma
escolhida. Você vai chegar à sala no meio do período letivo. As aulas já
terão se iniciado há algum tempo, e o professor-orientador vai estar desenvolvendo
um tópico específico de seu plano de ensino. Veja como os alunos reagem a este
tópico e às estratégias adotadas pelo professor-orientador. Às vezes, os alunos
têm dificuldades porque lhes falta um conhecimento prévio, que está sendo
pressuposto pelo professor, mas que eles, na verdade, não assimilaram
ainda. Outras vezes não falta propriamente essa base, mas são as estratégias do
professor que não funcionam. A turma não está motivada ou sensibilizada para o
que o professor diz ou faz. Ás vezes o problema é localizado: apenas um
subconjunto dos alunos tem dificuldades. Outras vezes o problema é mais geral:
quase toda a sala não está progredindo muito.
Procure identificar, na sala, os problemas. Converse com o professor-orientador:
peça ajuda a ele, que conhece a turma há mais tempo e melhor do que você. Mas
cuidado: identifique problemas que sejam específicos da sua área. Evite
problemas vagos e muito genéricos, como "falta de disciplina",
"falta de motivação", "desinteresse",
"dispersão", "conversa paralela", "cola", etc.
Estes problemas não são, na verdade, problemas, mas sintomas de outros
problemas. Procure pelos verdadeiros problemas, mais vinculados à
sua área (e relacionados ao conteúdo que vem sendo ministrado pelo professor).
Identifique um tópico da matéria que os alunos não estejam conseguindo
acompanhar, ou uma habilidade que eles não estejam conseguindo desenvolver.
Este tópico (ou como ensinar este tópico para a comunidade observada) será o
seu problema.
6.
Consiga a autorização do professor para
tratar o problema escolhido. Uma vez definido o problema, converse com o
professor-orientador e com o professor-supervisor a respeito dele. Veja se
ambos concordam que você trabalhe o problema escolhido. Esta autorização é
importante, porque o professor-orientador terá de lhe conceder pelo menos uma
aula (de 45 minutos) para que você possa desenvolver uma atividade com a turma
sobre o problema identificado. Talvez ele prefira que você desenvolva outro
tópico, que julga mais importante. Converse com ele.
7.
Proponha uma hipótese para a ocorrência
do problema escolhido. Por que o problema existe? Por que os alunos têm
dificuldade no tópico que você escolheu? Qual é a causa do problema? Será que o
professor contextualizou a sua prática (ou seja, fez com que os alunos
realmente entendessem a importância e a pertinência de estarem ali aprendendo
aquelas coisas)? Será que o professor não está subestimando os alunos
(ensinando a eles coisas que já sabem, ou tratando-os de forma muito infantil,
sem lhes oferecer os desafios necessários)? Ou será que o professor está
superestimando os alunos (supondo que eles já saibam coisas que eles ainda não
sabem - e que são importantes para que eles vejam sentido no que o professor
diz)? Será que a metodologia empregada pelo professor para desenvolver os
conteúdos é efetivamente a mais adequada? Será que a qualidade do material
didático utilizado não é a responsável pelo problema? Será que o tópico é
efetivamente difícil, porque muito complexo? Enfim, por que os alunos têm
dificuldade no tópico que você escolheu? Procure responder a esta pergunta. A
resposta a esta pergunta será a sua hipótese.
8. Desenvolva a sua hipótese. Uma vez identificado o problema e proposta uma
hipótese para a sua ocorrência na comunidade observada, procure verificar se
ela efetivamente procede ou não. Não responda à pergunta-problema com sua
intuição apenas. A intuição falha. Procure ajuda: converse com o
professor-orientador e com o professor-supervisor. E principalmente: vá aos
livros. Veja o que os pesquisadores têm a dizer a respeito do assunto. Peça
indicações bibliográficas ao supervisor (ou a outro professor), e leia um pouco
sobre isso. Esta parte é, normalmente, um índice de maturidade do pesquisador.
Quanto mais o pesquisador procura ajuda (nos livros, em outros autores), mais
maduro ele é considerado, porque percebe que várias cabeças pensam melhor do
que uma. O pesquisador que se fia apenas em suas próprias opiniões (no seu
"achismo") é autoritário e arrogante, porque não valoriza o ponto de
vista do outro. Principalmente: é ingênuo. Está sempre reinventando a roda, sem
saber que seu problema não é apenas seu, mas de muitos outros pesquisadores,
que já se debruçaram sobre o assunto, e podem ter coisas muito interessantes a
dizer. Muito cuidado, portanto, nesta fase da pesquisa. Ela talvez seja a mais
árdua e a mais difícil - porque requer tempo e esforço, e envolve às vezes a
leitura de textos longos e difíceis. Mas será ela que vai definir o valor do
seu trabalho. E boa parte de sua nota refletirá isso.
9.
Sustente a sua hipótese. Nem todo
mundo pensa como você. Outros pesquisadores podem achar que a sua hipótese não
é verdadeira, que o problema identificado tem outras causas. Principalmente:
esses outros pesquisadores podem estar na outra ponta do seu texto, na posição
de quem o lê e o avalia. Um passo importante, portanto, é prever essas
possíveis posições contrárias. Procure antecipar quais seriam os possíveis
contra-argumentos e contra-exemplos para a hipótese que você defende. Veja se
você consegue rebatê-los. Lembre-se de que cabe a você não apenas expor uma
hipótese, mas prová-la (ou seja, demonstrar que ela é verdadeira), inclusive
contra seus adversários. Separe argumentos para a defesa e para o ataque. O seu
texto - como todo texto argumentativo - será como um tribunal. E o veredicto,
você sabe, não será dado por você, mas pelo seu leitor. Por isso, todo cuidado
é necessário.
10.
Proponha uma solução para o problema. Uma
vez desenvolvida a hipótese, com consulta de outros autores, você está pronto
para propor uma solução para o problema identificado. Esta solução será tanto
melhor quanto maior tiver sido seu trabalho de pesquisa, desenvolvimento e
sustentação da hipótese. Provada a hipótese, investigue de que forma ela
poderia ser mobilizada para solucionar o problema. De que forma você poderia
agir para fazer com que os alunos não tivessem mais o problema identificado? O
que poderia ser feito? Aqui será importante observar dois pontos. O primeiro:
não se esqueça de que a sua solução deve estar amparada na hipótese que você
mesmo levantou. Ou seja, você disse que a causa para o problema era X; não há,
portanto, nenhuma maneira de resolver o problema a não ser interferindo sobre X.
Não desvincule, portanto, a solução e a hipótese. Esse é um erro muito comum,
que faz com que a proposta de intervenção perca todo o sentido. Ela, ao invés
de técnica, se torna intuitiva, impressionista, sem fundamentação. Nunca se
esqueça, portanto, de que a solução para o problema deve passar necessariamente
pela hipótese que você construiu. O segundo ponto: lembre-se de que você tem
muito pouco tempo. A sua intervenção não vai durar mais do que 45 minutos. É
quase nada. Você não vai conseguir resolver nenhum grande problema nesse
intervalo de tempo, reconheça isso. Ponha o pé no chão - seja humilde - e
proponha uma solução que possa ser efetivada nesse curtíssimo período de tempo.
Talvez você não consiga atacar todo o problema, mas apenas uma parte (minúscula)
dele. Não há nenhum problema nisso.
11.
Detalhe a solução para o problema.
Uma vez proposta a solução, você deverá desdobrá-la o máximo possível. Pense em
cada um dos momentos de sua intervenção com cuidado. Que material será
utilizado em cada etapa? Quem participará? De que forma participará? Seja o
mais minucioso possível. É o segredo para uma boa metodologia.
12.
Justifique a solução proposta. Você
fez várias escolhas no processo de detalhamento da solução proposta e deve
agora justificá-las. Por que vai trabalhar com o material X e não com o
material Y? Por que vai usar a dinâmica 1 e não a dinâmica 2? Enfim: o que o
leva a crer que você tenha feito realmente as melhores escolhas? Pense sobre
isso: você estará interagindo com crianças e adolescentes. A sua
responsabilidade é muito grande. Não seja leviano. Um mau professor (ainda que
por apenas 45 minutos) pode mudar (quase sempre para pior) a vida de uma
criança.
13.
Pense em como avaliar os resultados.
Terminada a aplicação da intervenção, você deverá avaliá-la. Dizer se ela foi
bem-sucedida, ou se ela fracassou. Essa avaliação, evidentemente, não pode ser
produto apenas da sua opinião ou da impressão individual. Você deve estar
respaldado em dados. Pense nos resultados esperados de sua intervenção. O que
você espera que aconteça? Por que você espera que aconteça isso (e não outra
coisa qualquer)? De que forma esses resultados podem ser utilizados para dizer
se a experiência foi bem sucedida ou não? Valerá a pena fazer um pequeno teste
para comprovar o aproveitamento dos alunos? Ou vou aproveitar o material
produzido por eles para análise? A avaliação é o momento da reflexão sobre a
prática. Não se preocupe tanto em acertar; mais importante é descobrir por que
se acertou ou por que se errou. Ninguém é obrigado a acertar na primeira vez,
mas somos obrigados a refletir sobre os nossos acertos e erros, e a identificar
as razões pelas quais acertamos e erramos. Esta habilidade - muito mais do que
o sucesso da proposta - será cobrada de vocês.
14.
Comece (e apenas agora) a redigir o seu
Projeto. O Projeto de Intervenção deve conter cinco seções. Se você seguiu
os passos desta receita corretamente até aqui, não terá nenhum problema na
composição do texto. O Projeto é apenas um reflexo disso. a)
Redija primeiramente as Justificativas.
Nesta seção, você vai ter de responder a três perguntas: 1)
Qual é o problema identificado? 2)
Que evidências podem ser apresentadas de que o problema realmente ocorre na
comunidade observada? e 3)
Por que é importante resolver este problema? Perceba
que, para responder a estas perguntas, você vai precisar, em primeiro lugar,
ter definido o problema. Mais: vai ter de apresentar provas de que o problema
não é produto da sua imaginação, mas que efetivamente ocorre entre os alunos
observados. Por fim: vai ter de justificar o tratamento do problema (ou seja,
vai ter de provar que o problema não é um pseudoproblema, um problema
fabricado, que só é um problema na escola, sem a menor importância na vida real
dos alunos). Para que possa responder a
estas perguntas, procure evidências empíricas de que o problema existe e de que
ele é socialmente relevante. As notas baixas dos alunos em uma prova sobre o
tópico escolhido, por exemplo, são uma evidência interessante. Um conjunto de textos
em que se percebe o problema é outra. Depoimentos dos próprios alunos e do
professor também servem. Quanto à relevância social do tópico, seja sincero: é
realmente importante saber isso que estou querendo ensinar? Se não, volte
atrás, escolha outro problema, porque o problema escolhido não será realmente
um problema. Apenas uma coisa: embora você deva responder a três perguntas
diferentes nesta seção, o seu texto deve ser um só, sem subdivisões. Faça um
texto corrido, de mais ou menos duas páginas (não muito mais do que isso). b)
Redija, em seguida, a Delimitação do
Problema. Aqui você responde a outras três perguntas: 1)
Por que o problema ocorre? Ou seja, quais são as causas do problema? (Esta será
a sua hipótese) 2)
O que os outros pesquisadores dizem a respeito do problema (e da hipótese
escolhida)? Eles concordam com ela? Sim? Não? Por quê? 3)
Que evidências podem ser apresentadas de que a hipótese fornecida é verdadeira?
Ou seja, por que alguém deveria acreditar nisso que estou dizendo? As
respostas a estas questões são conseqüência dos passos dados anteriormente.
Trata-se apenas do momento de textualização, isto é, de colocar essas idéias no
papel, e organizar as notas. Novamente: embora sejam três perguntas diferentes,
o seu texto é um só, sem subdivisões. Esta parte, em princípio, deveria ser a
mais longa do Projeto. Mas não ocupe mais do que três páginas. c)
Redija, em seguida, a parte dos Objetivos.
Aqui você responde a duas perguntas apenas: 1)
O que pode ser feito para reduzir o problema no curtíssimo intervalo de tempo
de 45 minutos (ou de uma hora-aula)? (Este será o objetivo específico do
Projeto) 2) De que forma isso que será feito poderá
contribuir para que o aluno resolva o problema de maneira mais geral? Ou seja,
quais são as conseqüências, a longo prazo, dessa intervenção? (Este será o
objetivo geral do Projeto). Esta
seção deverá estar subdividida em duas partes, claramente separadas: objetivos
gerais e objetivos específicos. Os objetivos específicos devem corresponder à
superação da deficiência apontada na seção anterior, e devem ser marcados pela
possibilidade de serem alcançados no curtíssimo prazo de aplicação do projeto.
Os objetivos gerais, mais ambiciosos, devem repercutir as conseqüências gerais
advindas da consecução dos objetivos específicos. A seção dos Objetivos não
deve ocupar mais do que uma página. d)
Metodologia. Cinco são as perguntas
a que se deve responder nesta seção: 1)
Quem vai participar da intervenção proposta? Todos os alunos? Apenas parte dos
alunos? Por quê? (Estes serão os sujeitos da intervenção) 2)
Que material será utilizado durante a intervenção? Por quê? (Estes serão os
instrumentos da intervenção) 3) De que forma - passo a passo - a intervenção
ocorrerá? Quais serão os seus momentos? Em que seqüência? Por quê? (Estes serão
os procedimentos da intervenção) 4)
Quais são os resultados esperados? O que vai sobrar no final da intervenção?
Que espécie de material será produzido para análise? Por quê? (Estes serão os
resultados esperados da intervenção) 5)
Como provarei que a intervenção foi bem sucedida ou não? Como será feita a
avaliação da intervenção (cuidado: não se trata da avaliação dos alunos)? (Esta
será a avaliação da intervenção). Nesta
seção, será detalhado o percurso que será trilhado para a consecução dos
objetivos específicos propostos na seção anterior. Trata-se do estudo dos
sujeitos, dos instrumentos e dos procedimentos que deverão ser utilizados para
a superação do problema apontado na segunda seção. A seção deverá também
trazer, de forma detalhada, a metodologia de avaliação que será empregada para
verificar se o projeto foi ou não bem-sucedido. Estas partes devem vir
subdivididas de forma clara, em textos rápidos, mas eficazes. Não deve ocupar mais
de duas páginas. e) Cronograma. Trata-se da distribuição das atividades de implementação do projeto no tempo. Deve consistir em uma tabela cujas linhas correspondem às atividades que serão desenvolvidas no estágio de participação e de regência e cujas colunas correspondem à unidade de tempo pertinente para a execução dessas atividades. Veja um exemplo abaixo:
15.
Formate o Projeto. Uma vez redigidas
as partes internas do Projeto, é hora de se preocupar com a parte externa, isto
é, a formatação. O Projeto de Intervenção, como todo texto técnico-científico,
deve acompanhar as normas de apresentação dos
trabalhos acadêmicos do Mackenzie. Caso a comprovação da ocorrência do problema seja feita por meio de textos
(inclusive provas) produzidos pelos alunos, anexe-os ao final do Projeto. Tenha
o cuidado de anexar apenas cópias xerográficas.
Não
se esqueça de que o Projeto:
a) deve ter até 10 páginas de texto,
exclusive capa, folha de rosto, sumário, referências bibliográficas e anexos; e
b) como todo texto técnico-científico, deve
acompanhar o padrão da norma-culta da língua portuguesa (ou seja, não serão admitidas
gírias, expressões de baixo calão e outras construções características do
português coloquial).
16.
Revise o Projeto. Antes de entregar
o Projeto, releia-o com cuidado. Não faça isso imediatamente, logo depois de
terminá-lo. Deixe-o "descansar" por dois ou três dias. Esse
distanciamento lhe fará bem. Você será capaz de perceber problemas que não
conseguia enxergar antes. Verifique, particularmente, se você está atendendo a
um dos critérios-chave na construção de textos técnico-científicos, qual seja,
a de que o Projeto deve ser escrito para
um leitor universal (e não apenas para o professor da disciplina), que pode
estar muito distante de você e não compartilhar o seu contexto imediato. Ou
seja, durante o processo de confecção do Projeto, você deve se esforçar ao
máximo para que o Projeto seja inteligível para alguém que nunca viu antes e
que não conhece as condições nas quais o estágio foi realizado.
17.
Faça uma auto-avaliação do Projeto.
Os critérios de avaliação dos Projetos são públicos e são apresentados
aqui. Antes de entregar o Projeto,
verifique em que medida ele atende às expectativas. É um exercício
interessante, que pode evitar muitos problemas.
18.
Entregue uma via do Projeto ao supervisor
na data estipulada. Serão
tolerados atrasos de até 1 (uma) semana na data da entrega, mas os retardatários
serão punidos em 25% da nota..
19. Entregue outra via do Projeto ao
orientador. O orientador terá
quinze dias para analisar o Projeto e encaminhar a grade de avaliação ao
supervisor. Ele poderá fazê-lo por meio do estagiário, por e-mail ou por correio comum. Se o
supervisor não receber a grade de avaliação do orientador até a data
estipulada, valerá apenas a nota do professor-supervisor, que será repetida,
proporcionalmente, para que possa corresponder também à nota do orientador.
20. Não deixe de ver o resultado e consultar o Projeto. Não deixe de verificar sua nota no TIA. Às vezes ocorrem erros na digitação dos números, e é preciso estar atento. Retire também seu projeto com o supervisor: ele contém observações e comentários que você não deve deixar de ver. Eles são muito preciosos, e ajudarão no processo de composição do Relatório.
21. Reescreva o Projeto. Se o seu Projeto tiver alcançado nota total inferior a 7 (sete) pontos, você terá direito de reescrevê-lo, num prazo um pouco menor de tempo. A reescrita do Projeto é opcional, mas é um exercício que deve ser feito. Não desanime: a nota baixa não indica que seu esforço foi inútil; ela significa apenas que seu Projeto não está pronto. Interprete-a como uma excelente oportunidade de aprimoramento. Antes de empreender a reescrita, verifique, porém, quais foram os problemas, por que seu Projeto não correspondeu às expectativas. Principalmente: procure ajuda. O Projeto reescrito será novamente avaliado, mas apenas pelo supervisor. A nota originalmente atribuída poderá ser aumentada até o limite de 7 (sete) pontos. | |||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||